iZILDINHA estava disposta a acabar com o marido. Literalmente. Não no sentido de romper com ele. Mas, de eliminá-lo, se possível, para sempre. Apagá-lo de sua vida, como se apaga um desenho ou um texto malfeito.
Matá-lo ou mandar matá-lo ia dar muita mão-de-obra. Teria que contratar um pistoleiro, sumir com o corpo... Pensou, então, em infernizar-lhe tanto a vida, que ele acabaria jogando a toalha e “pedindo para sair”, como se dizia lá, em Tropa de Elite.
Começou salgando demais a comida. Mas, não adiantou. O apaixonado vAVÁ comia com bom gosto e, ainda, fazia declarações de amor.
Tentou, então, usar roupas extravagantes, shorts, literalmente curtos, daqueles que mostram a nascente da cachoeira e mais o céu estrelado na garganta do diabo. Não adiantou! O marido dizia que ela estava cada vez mais linda. E, ainda, ficava excitado. E nada de pedir para sair.
Ela decidira que não estava mais para brincadeira e que iria jogar pesado.
Quando chegava do trabalho, escancarava toda a casa (portão, portas e janelas, tudo bem aberto) e trocava de roupa bem à vontade.
Era um show, que já tinha platéia cativa diariamente. O vizinho da frente chegava mais cedo do trabalho, ligava o som do carro para ouvir Dino Rocha e Zé Correia, instalava sua cadeira de praia numa posição privilegiada, a fim de esperar pela chegada e pelo “show” de iZILDINHA, que, antes de trocar de roupa, circulava pelada pelo interior da casa.
Os vizinhos do fundo – soldados - parte de um batalhão da PM, colocavam som de “Fânky” pornográfico para tocar, abriam umas cervejas e só ficam à espera do espetáculo sensual diário.
A coisa já estava fugindo do controle. Os vizinhos dos lados subiam nos muros, com a desculpa de procurar a bola que havia caído no quintal de iZILDINHA.
Não adiantou.
vAVÁ chegava a casa, via aquela agitação toda. Mas considerava normal. Cumprimentava a todos com muita educação. Os vizinhos, todos amigos dos peitos, respondiam com um largo sorriso. – “Tudo bem, seu Vavá?!!!???” – “Cada vez melhor. E vocês????”
iZILDINHA resolveu adotar medidas drásticas. Começou a receber em casa, os vizinhos, para visitas íntimas, atendendo critérios geográficos ou os pontos cardeais (Leste-Oeste- Norte-Sul).
Primeiro, o vizinho dos lados, os vizinhos do lado direito e, assim, sucessivamente. Já havia chegado ao SUL, quando vAVÁ começara a desconfiar. Mas, aí, o batalhão todo já havia sido passado em revista.
Como última tentativa, iZILDINHA deixou uma cueca sobre a cama e preservativos recém-usados, bem à mostra.
Deparando-se com aquele material, mas, sem perder a calma, vAVÁ segurou um preservativo, devidamente usado, e perguntou:
- O que é isto, mulher?
E, iZILDINHA, encoleirizada, respondeu:
- “Você ainda não conseguiu perceber, homem? Então, pede pra sair, corno, otário!”.
Nunca mais foram felizes para sempre.
iZILDINHA continua por aí.
vAVÁ passou um temporada nos Alcoólicos Anônimos da igreja Cristo Luz dos Povos. Depois, num abrigo para tratamento psiquiátrico. Mudou-se para o Paraguai e nunca mais se ouviu falar dele.
O vizinho da frente teve um infarto e morreu.
Do batalhão da PM, a maioria virou oficial e atua em trabalhos burocráticos. O chinelo de um dos guerreiros ficou abandonado no quintal de iZILDINHA e vAVÁ.
As bolas que caíam no quintal de iZILDINHA nunca foram encontradas.
Essa uma estória, portanto ficção. Qualquer semelhante com fatos, lugares, pessoas, instituições ou objetos é mera coincidência....
(Se você morou perto de um batalhão de soldados PM, a culpa não é minha.)
...O drama da vida real é muito mais cruel.
TROPA DE ELITE – TIJUANA
“agora o bicho vai pegar”
(...) “Não dá bobeira não
"Cê" tá na minha mão
Segunda-feira é só história "pra" contar
Não vem com ideia não
Não quero confusão
Mas vamo junto que hoje o bicho vai pegar”...
http://letras.terra.com.br/tihuana/48914/
domingo, 4 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Crônicas do Capeta: Rochinha e os mistérios do amor
Crônicas do Capeta: Rochinha e os mistérios do amor: iZILDINHA levou uns empurrões do marido, vAVÁ, dentro de casa. Atitude deplorável dele, claro. Afinal “em mulher não se bate nem com uma flo...
Rochinha e os mistérios do amor
iZILDINHA levou uns empurrões do marido, vAVÁ, dentro de casa. Atitude deplorável dele, claro. Afinal “em mulher não se bate nem com uma flor”. Mas, certo é que o clima ficou tenso.
Ela ligou, chorando, para os irmãos, dizendo ter sido agredida. Quando o resto da família chegou lá, iZILDINHA já estava fora do cafofo, sã e salva, mas chorava muito e insistia em denunciar o marido à polícia. Os irmãos tentaram invadir o cafofo e pôr fim á existência de vAVÁ...
Chegando à delegacia, iZILDINHA, profunda conhecedora da Lei Maria da Penha, invocou os seus direitos e pediu a instauração de um inquérito contra o marido.
No boletim de ocorrência, os motivos da agressão, conforme declarado por iZILDINHA, foram motivos fúteis. A agressão teria sido gratuita. Ela disse, também, que as agressões eram frequentes, porque o marido era um ciumento psicótico.
O que não constou do BO, não entrou para as estatísticas oficiais, e o que iZILDINHA não contou a ninguém foi que, naquela noite, antes da discussão com o marido, ela havia contado a ele que ela tinha um amante, um tal de Rochinha, e que praticava sexo oral com ele.
O pobre do vAVÁ, antes de perder totalmente o controle emocional, ainda perguntou a iZILDINHA se ela gostava do que vivia com o amante. Ela respondera que o sexo com o amante era muito bom, e que o falo do amante era bem maior do que o do marido. Foi a gota d’água que gerou toda a confusão.
A sabedoria popular diz “em briga de marido e mulher não se mete a colher”. E, assim, foi.
Os detalhes, evidentemente, nunca foram devidamente investigados pela polícia. Mesmo porque, iZILDINHA retirou a queixa, e o processo não foi adiante.
Também, nem Freud e nem os maiores mestres da filosofia indiana conseguiriam explicar as razões que levaram iZILDINHA a dizer o que dissera ao marido.
vAVÁ, envergonhado com a situação, mudou-se para Quebra-Coco e, depois, para a Bolívia. Entrou em depressão. E, quando pensava na mulher, colocava na vitrola um som que o fazia nostálgico, romântico e, o ao tempo, ridículo.
Ainda sentia saudades da ex-mulher, apesar de tudo. Mistérios do amor.
iZILDINHA continua por aí.
vAVÁ nunca mais foi visto.
SILÊNCIO (de Peninha), sucesso, também, na voz de TIM MAIA.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois (…)
http://letras.terra.com.br/tim-maia/48937/
Ela ligou, chorando, para os irmãos, dizendo ter sido agredida. Quando o resto da família chegou lá, iZILDINHA já estava fora do cafofo, sã e salva, mas chorava muito e insistia em denunciar o marido à polícia. Os irmãos tentaram invadir o cafofo e pôr fim á existência de vAVÁ...
Chegando à delegacia, iZILDINHA, profunda conhecedora da Lei Maria da Penha, invocou os seus direitos e pediu a instauração de um inquérito contra o marido.
No boletim de ocorrência, os motivos da agressão, conforme declarado por iZILDINHA, foram motivos fúteis. A agressão teria sido gratuita. Ela disse, também, que as agressões eram frequentes, porque o marido era um ciumento psicótico.
O que não constou do BO, não entrou para as estatísticas oficiais, e o que iZILDINHA não contou a ninguém foi que, naquela noite, antes da discussão com o marido, ela havia contado a ele que ela tinha um amante, um tal de Rochinha, e que praticava sexo oral com ele.
O pobre do vAVÁ, antes de perder totalmente o controle emocional, ainda perguntou a iZILDINHA se ela gostava do que vivia com o amante. Ela respondera que o sexo com o amante era muito bom, e que o falo do amante era bem maior do que o do marido. Foi a gota d’água que gerou toda a confusão.
A sabedoria popular diz “em briga de marido e mulher não se mete a colher”. E, assim, foi.
Os detalhes, evidentemente, nunca foram devidamente investigados pela polícia. Mesmo porque, iZILDINHA retirou a queixa, e o processo não foi adiante.
Também, nem Freud e nem os maiores mestres da filosofia indiana conseguiriam explicar as razões que levaram iZILDINHA a dizer o que dissera ao marido.
vAVÁ, envergonhado com a situação, mudou-se para Quebra-Coco e, depois, para a Bolívia. Entrou em depressão. E, quando pensava na mulher, colocava na vitrola um som que o fazia nostálgico, romântico e, o ao tempo, ridículo.
Ainda sentia saudades da ex-mulher, apesar de tudo. Mistérios do amor.
iZILDINHA continua por aí.
vAVÁ nunca mais foi visto.
SILÊNCIO (de Peninha), sucesso, também, na voz de TIM MAIA.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois (…)
http://letras.terra.com.br/tim-maia/48937/
sábado, 28 de janeiro de 2012
Crônicas do Capeta: O Moço do Expresso
Crônicas do Capeta: O Moço do Expresso: “Lá no Pará, amigo não visita mulher, se o marido dela não estiver presente”, já dizia a filósofa oriental Nakasone. Mas, aqui, no Pantanal...
O Moço do Expresso
“Lá no Pará, amigo não visita mulher, se o marido dela não estiver presente”, já dizia a filósofa oriental Nakasone. Mas, aqui, no Pantanal, é diferente.
iZILDINHA recebia quase toda semana a visita do Moço do Expresso. Sempre, com um pacote na mão, ele costumava passar pela cabana de vAVÁ e iZILDINHA, por volta do meio-dia. vAVÁ quase nunca estava em casa nesse horário.
Informado pelos vizinhos, sobre a visita, vAVÁ questionou a mulher. Ela respondeu que eram coisinhas de mulher, que ela comprava pela Internet, e o fato de mesmo rapaz ir sempre entregar era mera coincidência.
vAVÁ se lembrou, então, que sua mulher sempre ia à cabana, ao meio-dia, alegando que tinha de colocar as roupas para secar. E para esperar pelo Moço do Expresso e pelo pacote da transportadora.
vAVÁ resolveu armar uma arapuca.
De surpresa, resolveu passar em casa, no horário do meio-dia, em plena segunda-feira. Dito e feito: recebeu uma visita do moço do Expresso, com o famoso pacote da Transportadora. Para sua surpresa, o Moço do Expresso estava muito bem vestido, perfumado, levou flores, bombons e um pacote fechado.
Mais surpreso ainda ficou o Moço do Expresso, ao dar de cara com vAVÁ. O entregador disse que o pacote só poderia recebido por iZILDINHA. Mas, vAVÁ foi tão insistente, incisivo e veemente, que o Moço do Expresso acabou entregando ao dono da casa o pacote em questão.
vAVÁ esperou pela chegada da mulher. Abriram o pacote juntos, mesmo sob os protestos da mulher, que reclamava da violação de sua privacidade. Não adiantou, vAVÁ, raivosamente, estraçalhou o pacote, dentro do qual encontrou camisinhas de diversos sabores, cremesinhos para massagem corporal, uma garrafa de amarula e Halls preto. Questionou a melhor para que era tudo aquilo. E ela, muito calmamente, disse que era para “apimentar” a relação deles.
Convencido, vAVÁ se acalmou. Colocaram na vitrola o som de um famoso pagode (Me engana que eu gosto) e fizeram sexo selvagem. Foram felizes para sempre.
O Moço do Expresso nunca mais foi visto fazendo entregas naquela região.
iZILDINHA recebia quase toda semana a visita do Moço do Expresso. Sempre, com um pacote na mão, ele costumava passar pela cabana de vAVÁ e iZILDINHA, por volta do meio-dia. vAVÁ quase nunca estava em casa nesse horário.
Informado pelos vizinhos, sobre a visita, vAVÁ questionou a mulher. Ela respondeu que eram coisinhas de mulher, que ela comprava pela Internet, e o fato de mesmo rapaz ir sempre entregar era mera coincidência.
vAVÁ se lembrou, então, que sua mulher sempre ia à cabana, ao meio-dia, alegando que tinha de colocar as roupas para secar. E para esperar pelo Moço do Expresso e pelo pacote da transportadora.
vAVÁ resolveu armar uma arapuca.
De surpresa, resolveu passar em casa, no horário do meio-dia, em plena segunda-feira. Dito e feito: recebeu uma visita do moço do Expresso, com o famoso pacote da Transportadora. Para sua surpresa, o Moço do Expresso estava muito bem vestido, perfumado, levou flores, bombons e um pacote fechado.
Mais surpreso ainda ficou o Moço do Expresso, ao dar de cara com vAVÁ. O entregador disse que o pacote só poderia recebido por iZILDINHA. Mas, vAVÁ foi tão insistente, incisivo e veemente, que o Moço do Expresso acabou entregando ao dono da casa o pacote em questão.
vAVÁ esperou pela chegada da mulher. Abriram o pacote juntos, mesmo sob os protestos da mulher, que reclamava da violação de sua privacidade. Não adiantou, vAVÁ, raivosamente, estraçalhou o pacote, dentro do qual encontrou camisinhas de diversos sabores, cremesinhos para massagem corporal, uma garrafa de amarula e Halls preto. Questionou a melhor para que era tudo aquilo. E ela, muito calmamente, disse que era para “apimentar” a relação deles.
Convencido, vAVÁ se acalmou. Colocaram na vitrola o som de um famoso pagode (Me engana que eu gosto) e fizeram sexo selvagem. Foram felizes para sempre.
O Moço do Expresso nunca mais foi visto fazendo entregas naquela região.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Crônicas do Capeta: Soneto do Feirão
Crônicas do Capeta: Soneto do Feirão: Quando tinha Feirão, iZILDINHA virava o bicho. Não tinha pudor. Fazia o que fosse necessário para encantar os clientes. Botava preço até no ...
Soneto do Feirão
Quando tinha Feirão, iZILDINHA virava o bicho. Não tinha pudor. Fazia o que fosse necessário para encantar os clientes. Botava preço até no que “não tinha preço”. Seus produtos eletrônicos e sua barraca eram sempre os mais procurados. As colegas, concorrentes, não conseguiam entender o segredo de tanto sucesso!
Quem, também, não andava muito contente com o esquema era o marido vAVÁ. Quase toda semana, inclusive nos fins de semana, a mulher ficava o dia inteiro fora e só retornava para casa, depois da meia-noite. A justificativa: tinha que devolver os produtos ao depósito, depois que se encerrava o Feirão. Enquanto isso, as crianças ficavam chorando, em casa, pela ausência da mãe.
A crise conjugal chegou a tal ponto que vAVÁ decretou: o Feirão ou eu. Levou de goleada: Feirão 10 x 0 vAVÁ. Nunca mais, foram felizes para sempre. Foi infinito enquanto durou…
Inspirado em Vinícius de Moraes.
“Soneto de fidelidade
Vinicius de Moraes
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento (…)”
http://letras.terra.com.br/vinicius-de-moraes/86563/
= = = = =
* ADVERTÊNCIA IMPORTANTE E SERVERA!
ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO.
QUALQUER SEMELHANÇA COM PERSONAGENS OU FATOS DA VIDA REAL É MERA COINCIDÊNCIA.
SE, ALGUM IMBECIL SE IDENTIFICAR COM QUALQUER PERSONAGEM E RESOLVER TOMAR AS DORES PELA HISTÓRIA, ENTÃO, É REALMENTE MAIS IMBECIL DO QUE APARENTA.
SE, VOCÊ SE PARECE COM ALGUNS DOS PERSONAGENS, OU OS FATOS E LUGARES TRAZEM SAUDADE OU CONSTRANGIMENTO A VOCÊ, NÃO SE PREOCUPE ALÉM DO NECESSÁRIO, NÃO HÁ QUALQUER RELAÇÃO, INTENCIONAL, COM A REALIDADE.
SE SUA MULHER TROCOU VOCÊ PELO FEIRÃO, FIQUE TRANQUILO, EU NÃO A CONHECI E NEM ESTIVE NO FEIRÃO.
ALIÁS, AMIGO, O DRAMA DA VIDA REAL É BEM MAIS CRUEL!
- - - - - -
A ÚLTIMA DA iZILDINHA!
BREVE, NUM CINEMA PERTO DE VOCÊ!
ESTOU NEGOCIANDO OS DIREITOS COM HOLLYWOOD.
Quem, também, não andava muito contente com o esquema era o marido vAVÁ. Quase toda semana, inclusive nos fins de semana, a mulher ficava o dia inteiro fora e só retornava para casa, depois da meia-noite. A justificativa: tinha que devolver os produtos ao depósito, depois que se encerrava o Feirão. Enquanto isso, as crianças ficavam chorando, em casa, pela ausência da mãe.
A crise conjugal chegou a tal ponto que vAVÁ decretou: o Feirão ou eu. Levou de goleada: Feirão 10 x 0 vAVÁ. Nunca mais, foram felizes para sempre. Foi infinito enquanto durou…
Inspirado em Vinícius de Moraes.
“Soneto de fidelidade
Vinicius de Moraes
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento (…)”
http://letras.terra.com.br/vinicius-de-moraes/86563/
= = = = =
* ADVERTÊNCIA IMPORTANTE E SERVERA!
ESTA É UMA OBRA DE FICÇÃO.
QUALQUER SEMELHANÇA COM PERSONAGENS OU FATOS DA VIDA REAL É MERA COINCIDÊNCIA.
SE, ALGUM IMBECIL SE IDENTIFICAR COM QUALQUER PERSONAGEM E RESOLVER TOMAR AS DORES PELA HISTÓRIA, ENTÃO, É REALMENTE MAIS IMBECIL DO QUE APARENTA.
SE, VOCÊ SE PARECE COM ALGUNS DOS PERSONAGENS, OU OS FATOS E LUGARES TRAZEM SAUDADE OU CONSTRANGIMENTO A VOCÊ, NÃO SE PREOCUPE ALÉM DO NECESSÁRIO, NÃO HÁ QUALQUER RELAÇÃO, INTENCIONAL, COM A REALIDADE.
SE SUA MULHER TROCOU VOCÊ PELO FEIRÃO, FIQUE TRANQUILO, EU NÃO A CONHECI E NEM ESTIVE NO FEIRÃO.
ALIÁS, AMIGO, O DRAMA DA VIDA REAL É BEM MAIS CRUEL!
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A ÚLTIMA DA iZILDINHA!
BREVE, NUM CINEMA PERTO DE VOCÊ!
ESTOU NEGOCIANDO OS DIREITOS COM HOLLYWOOD.
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